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O perigo das chuvas de verão

Com a proximidade do verão os temporais se intensificam e a incidência de pessoas atingidas por descargas atmosféricas (raios) aumenta

No Brasil, por ano, 130 pessoas morrem atingidas por raios e mais de 200 ficam feridas, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Pessoas atingidas por raios precisam urgentemente de socorro médico. A corrente elétrica do raio, geralmente, causa sérias queimaduras, danos ao coração, aos pulmões, ao sistema nervoso central, paradas cardíacas, respiratórias, sequelas psicológicas como diminuição da capacidade de raciocínio e distúrbios do sono, e mortes.

Gláucio Mansur - Secretário de Defesa Civil de Porciúncula
Gláucio Mansur – Secretário de Defesa Civil de Porciúncula

Com a proximidade da estação verão a incidência de raios aumenta e as pessoas precisam estar atentas às medidas adequadas de segurança contra descargas atmosféricas (raios). “Não há nenhum método conhecido que evite a ocorrência de um raio”, afirma o secretário de Defesa Civil, Gláucio Mansur.

As últimas chuvas em Porciúncula tiveram as características de uma tempestade. Houve queda de árvores, destelhamentos de residências e chuva intensa seguida de raios, relâmpagos e trovões. Para aqueles que não sabem o que fazer durante uma tempestade, as normas de segurança nos ajudam a não insistir em velhos costumes, como atender telefones ou usar guarda-chuvas com pontas.

Recomenda-se, durante uma tempestade, não sair de casa e não permanecer nas ruas. Em casa, os eletrodomésticos devem ser desligados da rede elétrica. Também é importante evitar o contato com qualquer objeto que possua estrutura metálica como janelas, grades, fogões, geladeiras, torneiras, canos; afastar-se das tomadas e evitar utilizar o telefone convencional. Na rua, a melhor opção é abrigar-se em construções e veículos. Evitar ficar no alto de colinas e em campos abertos. Também é preciso ficar longe de árvores ou qualquer outra estrutura alta, bem como cercas de arame e fios de energia elétrica. Andar a cavalo também é uma atividade de risco. O cavaleiro comporta-se como uma ponta e poderá atrair o raio. Não se deve nadar. Em superfícies lisas como piscinas, rio ou mar, a cabeça do banhista é o ponto mais alto na área, atraindo com facilidade os raios. Nunca se deve ficar no interior de celeiros, barracos e tendas, que facilmente incendeiam ou se destroem pela força da descarga, tampouco próximo a linhas de energia elétrica ou árvores isoladas.

Quando não for possível realizar nenhum dos procedimentos acima citados, ainda há uma maneira de escapar de um acidente. Momentos antes de ocorrer a descarga, pessoas que estejam nessas proximidades sentem seus pelos arrepiados ou a pele coçando, indícios da atividade elétrica. Não se deve entrar em pânico. Pode-se ficar na seguinte posição: ajoelhado, curvado para frente, com as mãos colocadas nos joelhos e a cabeça entre eles. Imita-se, desse modo, uma esfera e não uma ponta, como na posição de pé. Jamais se deve deitar no chão, pois a descarga atingirá diretamente essa superfície.

Secretaria de Defesa Civil/Prefeitura de Porciúncula

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