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Polícia busca namorado de vítima de estupro coletivo

Polícia busca jovem apontado como namorado da vítima e suspeita da participação de até 14 adolescentes no estupro coletivo em Bom Jesus do Itabapoana

Quatro adolescentes, com idades entre 14 e 16 anos, foram apreendidos na manhã desta segunda-feira (24) por suspeita de participação nos casos de estupro coletivo no Colégio Estadual Padre Mello, em  Bom Jesus do Itabapoana , no Noroeste Fluminense. Um jovem apontado pela vítima como seu namorado é alvo de um dos mandados de busca e apreensão, mas não foi encontrado.

A menina de 13 anos que denunciou os casos de violência sexual contou ao Fantástico deste domingo (23) detalhes sobre o caso e disse que não pretende voltar à escola.

(Vídeo do Youtube)

 

A secretaria de Estado de Educação informou que afastou o diretor do colégio e abriu sindicância para apurar o caso. A Polícia Civil tomou conhecimento pelo Conselho Tutelar após denúncia de uma amiga da escola – por isso, também investiga a escola que, mesmo sabendo do caso, não procurou a polícia.

A polícia suspeita que os estupros podem ter tido a participação de 14 adolescentes, com idades entre 13 e 16 anos.

O pai da menina espera que seja feita justiça em relação ao caso. “Ela falou assim: ó, papai, não podia acontecer isso, mas os meninos ‘forçou’ (sic) eu e levou pra lá. Um foi comigo, chegou lá não tive como sair depressa porque o portão tava fechado. Aí, obrigou a ficar com os outros cinco. Eu espero que a Justiça resolva isso, porque eu mesmo não posso fazer nada. Eu acho que eles têm que ser punidos, porque se eu ficasse quieto, talvez, isso iria continuar”, declarou.

O Ministério Público afirma que os casos de violência sexual ocorriam constantemente.

“A vítima relata que foi submetida a uma série de atos de constrangimentos e a todo um processo de escravização sexual. Os fatos ocorreram ao longo de 45 dias entre os meses de maio e junho deste ano. Dois episódios na quadra envolvendo uma série de adolescentes. O terceiro episódio ela diz que não pôde nem contar quantos eram, mas que eram pelo menos 15. E o último episódio teria ocorrido dentro da sala de aula envolvendo dois adolescentes praticando o ato sexual com ela e mais dois que seriam responsáveis pela vigilância para que ninguém se aproximasse”, diz a promotora Olivia Motta Venâncio Rebouças.

A adolescente é acompanhada pelo Conselho Tutelar e vai passar por tratamento médico e psicológico. Se comprovada a participação dos adolescentes, segundo a polícia, a pena pode chegar a três anos em casa de acolhimento.

Fonte G1

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