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Presidente Dilma sanciona Marco Civil da Internet

Presidente Dilma
Presidente Dilma

     Nesta quarta-feira, em São Paulo, a presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de Lei que regula o uso da internet no Brasil, o chamado  Marco Civil. A divulgação da sansão, foi feita pela própria presidente durante a abertura do Encontro Global Multissetorial sobre o Futuro da Governança da Internet – NETMundial, em São Paulo, que conta com a participação de 91 países.

Em seu discurso, Dilma pediu mais proteção na rede, afirmando que “É importante reiterar que os direitos que as pessoas têm offline também devem ser protegidos online.”

Na ocasião, a presidente declarou o apoio do País a um modelo de governança da Internet que seja multissetorial, multilateral, democrática e transparente.

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Marco Civil tem reação positiva nas redes sociais, diz pesquisa

Agência analisou reações em mais de 11 mil publicações em Twitter, Facebook e YouTube; 69% eram a favor

Por Bruno Capelas

SÃO PAULO – Criado para defender direitos e regulamentar o uso da internet no Brasil, seria de se esperar que o Marco Civil da Internet virasse assunto natural nas redes sociais — e de acordo com uma pesquisa feita pela agência Burson- Marsteller entre os dias 18 de março e 17 de abril, a maioria das publicações feitas sobre o assunto era favorável ao projeto de lei, chamado de “Constituição da Internet” brasileira.

Em 11.813 publicações analisadas pelo grupo, 69% delas eram favoráveis à aprovação do projeto de lei; 21% eram contra e postagens neutras representavam apenas 10% do total. Dois picos de audiência foram observados no período: o primeiro na aprovação do projeto na Câmara, em 25 de março, e o outro no twittaço a favor da urgência da votação do projeto, no dia 15 de abril. Tais picos foram melhor observados no Twitter, que concentrou 92% das postagens – 77% delas a favor.

Já no YouTube e no Facebook – onde foram captadas apenas informações de posts abertos – prevaleceram as reações negativas sobre o tema. No site de vídeos, nada menos que 91% das publicações se diziam contrárias à aprovação do projeto.

Além de publicações em redes sociais, o estudo também analisou a cobertura de imprensa: para a Burson-Marsteller, a cobertura foi neutra (96%), com caráter mais informativo do que opinativo.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 Fonte: Estadão

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